Demoraram 50 anos para astronautas retornarem à órbita da lua
A última missão tripulada foi com a Apollo em 1972. Seu investimento na época consumia quase 4% do orçamento federal dos EUA. Movimentos políticos em financiar o projeto diminuiu, quando a NASA passou a operar com menos de 1% nos anos seguintes.
Para o ano fiscal de 2027, que prepara as missões de 2028, a proposta orçamentária inclui cerca de US$ 8,5 bilhões especificamente para o programa Artemis, focando em pousadores lunares, trajes espaciais e sistemas de transporte de astronautas.
Sem a urgência da Guerra Fria, não havia justificativa econômica clara para enviar humanos de volta, especialmente quando sondas robóticas podiam realizar pesquisas de forma mais barata e segura.
A maior motivação para ir à Lua foi a Guerra Fria contra a União Soviética. Após as primeiras alunissagens bem-sucedidas (Apollo 11 em 1969), o público e o governo sentiram que a corrida tinha sido vencida, diminuindo a urgência e o interesse popular, o que levou ao fim do programa Apollo por falta de interesse e alto custo.
Desde a década de 1970, circulam teorias falsas alegando que o homem nunca pisou na Lua e que tudo foi filmado em estúdio. Especialistas e evidências técnicas (como rochas lunares, espelhos deixados na Lua) refutam essas conspirações, provando que as alunissagens foram reais.
Os gastos militares totais dos EUA durante o período da Guerra Fria oscilaram frequentemente em torno de 10% do seu PIB nos primeiros 20 anos, atingindo cerca de 13% em 1952.
Os gastos dos Estados Unidos com a Guerra Fria (aprox. 1947–1991) são estimados em cerca de U$( 8 a US\) 9 trilhões (em valores ajustados) ao longo de todo o período, segundo estimativas históricas.
Atualmente (dados de 2026), a campanha militar contra o Irã custou cerca de U$ 3,7 bilhões nas primeiras 100 horas, resultando em uma média superior a U$ 890 milhões por dia.
O governo propôs um orçamento de defesa de aproximadamente US$ 1,5 trilhão para o ano fiscal de 2027, impulsionado pelo conflito no Oriente Médio.

Nenhum comentário:
Postar um comentário