terça-feira, 22 de setembro de 2026

Duplas Sertanejas Separadas Pela Morte?

 

O cantor Rick (da dupla Rick & Renner) ainda não foi encontrado e as buscas pelo helicóptero continuam em Santa Catarina.

Várias duplas sertanejas famosas foram separadas tragicamente após o falecimento de um dos integrantes, e por incrivel que pareça, o primeiro nome foi quem faleceu.

Leandro e Leonardo: A parceria de sucesso chegou ao fim em junho de 1998, quando Leandro morreu vítima de um câncer raro de pulmão aos 26 anos. Leonardo seguiu carreira solo desde então.
João Paulo e Daniel: A dupla encerrou suas atividades em setembro de 1997, após João Paulo morrer em um trágico acidente de carro na Rodovia dos Bandeirantes, em São Paulo. Daniel continuou cantando sozinho.
João Mineiro e Marciano: Ícones da música sertaneja raiz, tiveram a parceria encerrada com o falecimento de João Mineiro, em março de 2012. Marciano seguiu com projetos posteriores até sua morte em 2019.
Maurílio e Luiza: A dupla de sucesso recente teve a trajetória interrompida em dezembro de 2021, quando Maurílio faleceu após sofrer um tromboembolismo pulmonar.
Tonico (João Salvador Perez) da dupla Tonico e Tinoco: Faleceu em 13 de agosto de 1994, aos 77 anos, após sofrer uma queda da escada no prédio onde morava em São Paulo.
Milionário e José Rico: Conhecidos como "A Garganta de Ouro do Brasil", eles cantaram juntos por mais de 40 anos até a morte de José Rico, em março de 2015, devido a uma parada cardíaca.

Até o inicio da manhã do dia 22 de setembro de 2026, o cantor Rick (da dupla Rick & Renner) ainda não foi encontrado e as buscas pelo helicóptero continuam em Santa Catarina.

domingo, 13 de setembro de 2026

Saudades da Revelação Fotográfica Analógica

 

Por incrível que pareça, mesmo com tanta modernidade, eu sinto saudades do tempo do analógico, principalmente na fotografia.
Eu sou do tempo em que se revelava  os negativos e fazia cópias em papel fotográfico. A sequencia da revelação está em minha mente até hoje e aquele momento da luz vermelha do laboratório fotográfico parece caminha comigo quando fecho os olhos.
Você sabe porque usávamos a luz vermelha  no laboratório fotográfico na hora de fazer a fotografia preto e branco?

O papel fotográfico usado para fazer cópias e ampliações reagia apenas a comprimentos de onda mais curtos, como a luz azul e o ultravioleta. A lâmpada vermelha ilumina o ambiente de trabalho sem "velar" (inativar, expor ou manchar) o papel sensível.
O processo de revelação de papel fotográfico analógico preto e branco, transformando uma imagem latente em uma foto visível e duradoura através de banhos químicos em um laboratório escuro sob luz vermelha de segurança.
Basicamente os banhos químicos se davam no revelador, interruptor e fixador, e após isso na lavagem do papel e secagem.
Sabe aquelas fotos penduradas em um varal se secando!! Era assim que era feito.
Eu poderia ficar horas falando desse processo, mas existe  guia prático de revelação analógica em casa no Format Magazine.
Agora, se quiser uma aula de fotografia, me ponho a disposição pelo e-mail ou com o tutorial de como melhorar suas fotos no rodapé de meu site, abaixo

Os Curiosos 74 Minutos do CD

 


Porque os CDs tinham exatos 74 Minutos

Contexto Histórico

O disco de vinil, ou disco fonográfico, ou vinil, em inglês Long Playing Record, em português: disco de longa duração, ou long play (sigla LP), é uma chapa, majoritariamente de cor preta e contendo um rótulo no centro chamado de selo fonográfico, fabricadas através de processos eletromecânicos e feitas de um material plástico chamado policloreto de vinila (abreviado como vinil ou PVC), inventado pelo engenheiro Peter Carl Goldmark (empregado da Columbia Records) para substituir os velhos discos de 78 rpm, utilizada para o armazenamento de áudio (principalmente canções) desde 21 de junho de 1948, embora tenham experimentado um grande declínio em seu uso a partir da década de 1990, com a popularização do CD.
O Compact Disc (CD) surgiu no final dos anos 1970 da parceria entre as gigantes Philips e Sony. O objetivo era criar uma mídia digital com leitura a laser que superasse o vinil e a fita cassete em qualidade de som, tamanho e durabilidade.
Em 1980, criaram o Livro Vermelho (Red Book), definindo o tamanho do disco em 12 cm de diâmetro.
O primeiro protótipo foi mostrado em 1979.
A produção em massa começou em agosto de 1982.
O primeiro leitor comercial e o primeiro álbum (do cantor Billy Joel) foram lançados no Japão em 1º de outubro de 1982.
O limite de 74 minutos de áudio foi escolhido para garantir que a Nona Sinfonia de Beethoven coubesse inteira em um único disco.
O primeiro CD lançado e produzido no Brasil foi o álbum "Garota de Ipanema", da cantora Nara Leão em parceria com Roberto Menescal, lançado em 9 de abril de 1986.

Fonte de Pesquisa: Wikipedia


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